Cirurgia de Catarata em São Paulo: como funciona, quais são as lentes e o que esperar

Publicado por Dr. Glauco Aquino, oftalmologista | CRM-SP 216.478 | RQE 126.831
Última revisão: 25 de maio de 2026

A catarata é a opacificação progressiva do cristalino, a lente natural do olho. Com o tempo, essa estrutura perde transparência e a visão começa a embaçar. A cirurgia remove o cristalino opacificado e o substitui por uma lente artificial, restaurando a nitidez visual. É uma das cirurgias mais realizadas no mundo, com técnica e tecnologia consolidadas. O que muitos pacientes não sabem é que a escolha da lente implantada influencia muito a qualidade visual após o procedimento: dependendo da opção, é possível reduzir bastante a necessidade de óculos para diferentes distâncias.

As informações sobre lentes e fabricantes mencionadas neste texto não têm vínculo comercial com nenhuma empresa. Os nomes são citados apenas para fins informativos.

Índice

O que é catarata e como ela evolui

O cristalino é uma estrutura transparente localizada atrás da íris. Funciona como uma lente que ajusta o foco do olho para diferentes distâncias. Com o envelhecimento, as proteínas que compõem o cristalino vão se modificando e formando áreas opacas. Isso é a catarata.

A forma mais comum está relacionada ao envelhecimento natural. Começa a se desenvolver silenciosamente a partir dos 40 a 50 anos e se intensifica nas décadas seguintes. Outros fatores que podem acelerar o processo incluem exposição solar acumulada sem proteção, diabetes, alta miopia, uso prolongado de corticosteroides, trauma ocular e predisposição genética.

Os sintomas surgem de forma gradual e variam conforme a localização e o grau da opacidade:

  • Visão embaçada ou turva, como se houvesse uma névoa
  • Sensibilidade aumentada à luz e ao reflexo (glare)
  • Dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz
  • Percepção de que as cores estão menos vivas ou amareladas
  • Visão dupla em um dos olhos
  • Necessidade frequente de trocar a graduação dos óculos

A catarata não dói e geralmente não causa vermelhidão. Ela avança no ritmo do próprio organismo de cada pessoa.

Quando operar

Não existe um momento único e universal para operar. A decisão leva em conta a interferência da catarata nas atividades do dia a dia. A cirurgia costuma ser indicada quando a catarata começa a prejudicar atividades como dirigir (especialmente à noite), ler, trabalhar no computador ou qualquer outra que exija boa acuidade visual.

Alguns pontos importantes sobre o momento da cirurgia:

  • A espera não melhora a catarata. Diferente de outras condições, ela não regride com medicamentos ou mudanças de hábito.
  • Não é preciso esperar a catarata “amadurecer”. Essa era uma orientação do passado, ligada a técnicas mais antigas. Com a facoemulsificação moderna, a cirurgia é tecnicamente mais fácil em estágios iniciais ou moderados e a recuperação visual é mais rápida.
  • Operar antes pode ampliar as opções de lente. Olhos com catarata inicial permitem avaliações pré-operatórias mais precisas, favorecendo o planejamento de lentes de alta tecnologia.
  • Catarata e presbiopia juntas. A cirurgia do cristalino com lente intraocular adequada pode resolver os dois aspectos ao mesmo tempo. Para saber mais sobre as opções para presbiopia, veja a página completa sobre cirurgia de presbiopia em São Paulo.

Como é a cirurgia de catarata

A técnica padrão atual é a facoemulsificação. O cirurgião faz uma incisão mínima na córnea (geralmente menor que 3 mm), insere uma sonda ultrassônica que fragmenta e aspira o cristalino opacificado, e implanta a lente intraocular dobrada dentro do olho, onde ela se abre e se posiciona no lugar do cristalino.

A cirurgia é realizada com anestesia tópica (colírio anestésico), sem necessidade de injeção ao redor do olho na grande maioria dos casos. O paciente fica acordado e não sente dor durante o procedimento. O tempo cirúrgico costuma ser de 15 a 40 minutos por olho. Não é necessária internação: o paciente vai para casa no mesmo dia.

Cirurgia de catarata assistida por laser de femtossegundo

Em casos selecionados, um laser de femtossegundo pode ser usado antes da facoemulsificação para realizar algumas etapas com maior precisão: a incisão corneal, a abertura da cápsula do cristalino (capsulorrexe) e a fragmentação do núcleo. Isso pode reduzir a quantidade de energia ultrassônica utilizada dentro do olho. No entanto, para cirurgiões experientes, o uso do laser de femtossegundo não é necessário e pode inclusive gerar mais riscos pelo tempo de procedimento. O laser não substitui a facoemulsificação, mas pode complementá-la em situações específicas.

Tipos de lentes intraoculares

A lente intraocular (LIO) é o implante que substitui o cristalino removido. Existem diferentes categorias, com características ópticas distintas. A escolha influencia diretamente a qualidade visual após a cirurgia.

Lente monofocal

A lente monofocal tem um único ponto focal, geralmente planejado para longe. O paciente passa a enxergar bem de longe sem óculos, mas continua precisando deles para perto e para distâncias intermediárias. É a lente com maior histórico de uso e perfil de segurança amplamente documentado. Para quem não se incomoda de usar óculos de leitura, é uma opção completamente válida.

Lente monofocal tórica

Para pacientes com astigmatismo, a versão tórica da lente monofocal corrige o astigmatismo ao mesmo tempo que trata a catarata, resultando em melhor visão de longe sem óculos.

Lentes de alta tecnologia: monofocal plus, EDOF, bifocal e trifocal

As lentes de alta tecnologia, também chamadas de lentes premium, têm design óptico mais sofisticado e permitem focar em mais de uma distância. O objetivo é reduzir a necessidade de óculos após a cirurgia. Cada tipo tem um perfil diferente, e nenhum é universalmente superior aos demais.

Lente Monofocal Plus (Enhanced Monofocal)

A monofocal plus é uma evolução da lente monofocal convencional. Tem um foco principal (geralmente longe), mas com uma profundidade de campo levemente maior, que proporciona alguma visão intermediária funcional. Não oferece foco de perto definido como as lentes bifocais ou trifocais, mas costuma apresentar menos fenômenos luminosos noturnos. É uma boa opção para pacientes que buscam melhor qualidade visual geral com expectativas mais conservadoras em relação à visão de perto, ou para quem tem características oculares que não favorecem as lentes de maior demanda óptica. Podem ser combinadas em estratégias como a visão balanceada, proporcionando boa visão binocular em múltiplas distâncias.

Lente de Foco Estendido (EDOF)

A lente EDOF (Extended Depth of Focus) cria uma faixa contínua de foco que se estende do longe ao intermediário, ao invés de pontos focais distintos. O resultado é boa visão de longe e intermediária (computador, painel do carro, menus), com visão de perto funcional para a maioria das atividades cotidianas. Para leitura de letras muito pequenas em condições de pouca luz, o uso eventual de óculos de apoio pode ser necessário. A lente EDOF tende a apresentar menos halos e glare noturnos que as lentes bifocais e trifocais tradicionais, sendo especialmente interessante para pacientes que dirigem à noite com frequência. São também excelentes opções para combinações em estratégia de blend ou visão balanceada.

Lente Bifocal

A lente bifocal distribui a luz entre dois pontos focais: longe e perto. Pode proporcionar boa visão nessas duas distâncias, sendo uma opção para pacientes que leem muito ou trabalham com documentos impressos. A visão intermediária, como a do computador, pode ser menos natural. São ótimas opções para combinações com outras tecnologias (como a EDOF) em estratégia de blend, extraindo o melhor potencial de cada olho.

Lente Trifocal

A lente trifocal distribui a luz em três zonas: longe, intermediário e perto. Cobre as principais distâncias do dia a dia, o que pode resultar em maior conforto visual geral com menor necessidade de óculos. As lentes trifocais mais recentes incorporam características de EDOF para suavizar a transição entre os focos e reduzir fenômenos luminosos em relação a gerações anteriores. A adaptação neurológica é um processo esperado e gradual: a maioria dos pacientes bem indicados refere melhora progressiva ao longo das primeiras semanas a meses.

Versões tóricas das lentes premium

Todas as lentes de alta tecnologia existem também em versões tóricas, que corrigem o astigmatismo além da catarata. Pacientes com astigmatismo significativo devem considerar as versões tóricas para alcançar o melhor resultado visual possível.

Comparativo entre os tipos de lentes

  Monofocal Monofocal Plus EDOF Bifocal Trifocal
Foco principal Longe Longe Longe Longe + Perto Longe + Inter. + Perto
Visão intermediária Não Funcional Muito boa Moderada Muito boa
Visão de perto Não Não Boa (funcional) Muito boa Boa
Fenômenos noturnos Mínimos Mínimos Baixa tendência Tendência intermediária Maior tendência
Corrige astigmatismo Versão tórica Versão tórica Versão tórica Versão tórica Versão tórica
Redução de óculos Parcial (longe) Parcial (longe + inter.) Alta Alta Alta

Exemplos de lentes disponíveis no mercado

As informações abaixo são ilustrativas. Não há vínculo comercial com nenhum dos fabricantes. A lista não é exaustiva e a disponibilidade varia conforme o centro cirúrgico. A escolha da lente é sempre feita com base na avaliação individual de cada paciente.

Tipo Exemplos de modelos Fabricante
Monofocal Plus Tecnis Eyhance Johnson & Johnson
Monofocal Plus Vivinex Impress Hoya
Monofocal Plus RayOne EMV Rayner
EDOF PureSee Hoya
EDOF Symfony Johnson & Johnson
EDOF Vivity Alcon
EDOF RayOne EDOF Rayner
Bifocal ReSTOR Alcon
Bifocal ZKB00 Johnson & Johnson
Trifocal PanOptix / PanOptix Pro Alcon
Trifocal AT LISA tri Zeiss
Trifocal FineVision PhysIOL
Trifocal Gemmetric Hoya
Trifocal Odissey a confirmar
Trifocal/EDOF combinado Synergy Johnson & Johnson
Trifocal/EDOF combinado Intensity Hoya

Visão balanceada e blend de lentes na cirurgia de catarata

Além da escolha do tipo de lente, existem estratégias de planejamento cirúrgico que podem ampliar as possibilidades de resultado visual.

Visão balanceada

A visão balanceada é uma estratégia em que os dois olhos são planejados de forma levemente assimétrica: um com foco predominante para longe e o outro com foco um pouco mais voltado para perto. O cérebro integra as duas imagens de forma natural, resultando em boa visão funcional em diferentes distâncias. Essa estratégia pode ser aplicada com qualquer tipo de lente intraocular, inclusive com monofocais. A diferença de foco entre os olhos é pequena e planejada para facilitar a adaptação neurológica. Estudos mostram que mais de 95% dos pacientes se adaptam muito bem dentro de alguns dias a semanas.

Blend de lentes

O blend de lentes é uma estratégia em que lentes de tecnologias diferentes são implantadas em cada olho de forma complementar: por exemplo, uma lente EDOF em um olho e uma trifocal no outro, buscando combinar os pontos fortes de cada uma. Outras combinações possíveis incluem bifocal com EDOF, ou monofocal plus com bifocal. O planejamento do blend é feito individualmente, com base nas características de cada olho e nas prioridades do paciente. Não existe uma fórmula única.

Para entender mais sobre essas estratégias no contexto da presbiopia sem catarata, veja a página completa sobre cirurgia de presbiopia em São Paulo.

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Como escolher a lente certa

Não existe uma lente universalmente melhor. A escolha ideal é aquela que combina as características do olho com o estilo de vida e as expectativas do paciente.

  • Estilo de vida e atividades: quem dirige muito à noite pode preferir monofocal plus ou EDOF. Quem lê muito ou trabalha com documentos pode se beneficiar de bifocal ou trifocal. Quem tem expectativas mais conservadoras pode preferir a monofocal ou a monofocal plus.
  • Características do olho: astigmatismo, irregularidades corneanas, condição da mácula e outros fatores influenciam quais lentes têm maior probabilidade de bom resultado. Nem todo olho é bom candidato para lentes de alta demanda óptica.
  • Expectativas realistas: as lentes premium oferecem mais que a monofocal, mas nenhuma lente é perfeita para todas as situações em todas as condições de luz. Entender o que esperar de cada opção faz parte da decisão.

A conversa sobre a lente é uma das mais importantes da consulta. Não existe escolha correta sem avaliação individual.

Avaliação pré-operatória

  • Biometria ocular: mede o comprimento do olho, a curvatura da córnea e outros parâmetros usados para calcular o poder da lente. É o exame central do planejamento cirúrgico.
  • Topografia e tomografia de córnea: avalia a regularidade corneana, detecta e quantifica o astigmatismo, e identifica condições que podem influenciar a escolha da lente.
  • Avaliação da mácula e retina: verifica a saúde das estruturas posteriores do olho. Alterações maculares podem limitar a qualidade visual mesmo com a melhor lente.
  • Microscopia especular do endotélio: avalia as células da camada interna da córnea, importante especialmente em casos com suspeita de comprometimento corneano.
  • Tomografia de coerência óptica (OCT): avalia as camadas da retina, responsável por receber a luz e transmiti-la pelo nervo óptico ao cérebro.
  • Pressão ocular: descarta glaucoma associado.
  • Avaliação do filme lacrimal: olho seco interfere na acuidade visual e na adaptação às lentes premium.

A avaliação completa costuma durar entre 1 e 2 horas, com olhos dilatados (cicloplégico: colírio que relaxa o músculo ciliar e dilata a pupila). Não é recomendado dirigir após o exame. Outros exames complementares podem ser necessários de acordo com o quadro clínico.

Recuperação e cuidados

A recuperação costuma ser rápida. A maioria dos pacientes já nota melhora visual nos primeiros dias. A estabilização completa, incluindo a adaptação neurológica às lentes de alta tecnologia, pode levar de semanas a alguns meses.

  • Primeiros dias: a visão pode apresentar leve flutuação enquanto o olho se ajusta. Os colírios prescritos (anti-inflamatório e antibiótico) devem ser usados conforme orientação.
  • Primeiro mês: melhora progressiva. As consultas de revisão são importantes para acompanhar a recuperação e verificar o posicionamento da lente.

Cuidados gerais no pós-operatório:

  • Usar os colírios nos horários prescritos
  • Evitar esfregar os olhos
  • Usar óculos de sol nas primeiras semanas
  • Evitar piscinas, praia e ambientes com poeira no primeiro mês
  • Não praticar atividades físicas de impacto nas primeiras semanas
  • Comparecer a todas as consultas de revisão agendadas

Quando os dois olhos precisam ser operados, a cirurgia do segundo olho costuma ser agendada alguns dias ou semanas após o primeiro. A cirurgia de catarata é uma das mais seguras de toda a medicina, com muito evolução tecnológica e aparelhos e lentes de última geração que, junto à experiência do cirurgião, permitem um processo seguro e reprodutível com boa previsibilidade de resultado.

Cirurgia de catarata em São Paulo: o que considerar

A cirurgia de catarata é relativamente padronizada em termos de técnica, mas o planejamento, especialmente quando envolve lentes de alta tecnologia, exige experiência e avaliação criteriosa. Alguns aspectos relevantes para quem busca a cirurgia em São Paulo:

  • Experiência com lentes premium: o planejamento e o implante de lentes de alta tecnologia exigem familiaridade com cada tipo de lente e com as estratégias de blend e visão balanceada. O resultado depende tanto da técnica quanto do planejamento.
  • Avaliação detalhada: a escolha da lente certa começa com uma avaliação completa. Exames como biometria, topografia e análise da retina são centrais nesse processo.
  • Manejo do astigmatismo: pacientes com astigmatismo precisam de planejamento específico para obter o melhor resultado visual.
  • Conversa franca sobre expectativas: entender o que cada lente oferece e o que não oferece é parte fundamental do processo.

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Perguntas frequentes sobre cirurgia de catarata

A cirurgia de catarata é perigosa?

A facoemulsificação é uma das cirurgias mais realizadas e estudadas do mundo. Tem perfil de segurança consolidado quando realizada por cirurgião experiente e em pacientes bem avaliados. Como todo procedimento cirúrgico, existem riscos, mas complicações graves são infrequentes.

Preciso esperar a catarata piorar para operar?

Não. A orientação de “esperar amadurecer” vem de técnicas do passado. Com a facoemulsificação moderna, a cirurgia pode ser feita em qualquer estágio. Cataratas muito avançadas podem tornar a cirurgia mais trabalhosa e a recuperação mais lenta.

Quanto tempo dura a cirurgia de catarata?

O procedimento em si leva entre 15 a 40 minutos por olho. O tempo total no centro cirúrgico, incluindo preparo e recuperação, costuma ser de 1 a 2 horas.

A lente intraocular dura para sempre?

Sim. As lentes intraoculares são projetadas para durar a vida toda, sem necessidade de troca periódica. Em alguns casos pode ocorrer uma opacificação da cápsula posterior (membrana que envolve a lente) meses ou anos após a cirurgia. Esse evento é tratável com um laser simples realizado no consultório, sem nova cirurgia.

Posso operar os dois olhos ao mesmo tempo?

A prática mais comum é operar um olho por vez, com intervalo de algumas semanas entre eles. Isso permite confirmar o resultado do primeiro antes de operar o segundo e ajustar o planejamento se necessário.

Vou precisar de óculos depois da cirurgia?

Depende da lente escolhida. Com lente monofocal, a maioria continua precisando de óculos para perto e intermediário. Com lentes de alta tecnologia como monofocal plus, EDOF, bifocal ou trifocal, a dependência reduz bastante, especialmente para distâncias intermediárias e perto.

O que é a opacificação da cápsula posterior?

É o embaçamento de uma membrana fina que envolve a lente intraocular, que pode ocorrer meses ou anos após a cirurgia de catarata em alguns pacientes. Os sintomas lembram os da catarata (visão turva, halos). O tratamento é feito com uma aplicação simples de laser no consultório, chamada capsulotomia a laser, que resolve rapidamente.

Catarata pode voltar depois da cirurgia?

A catarata em si não volta, porque o cristalino natural é removido e substituído por uma lente artificial. O que pode ocorrer é a opacificação da cápsula posterior, descrita acima, que é diferente da catarata e tem tratamento simples.

Catarata tem prevenção?

A catarata relacionada ao envelhecimento não tem prevenção definitiva. Usar óculos de sol com proteção UV, controlar o diabetes e evitar tabagismo são medidas que podem contribuir para retardar o processo em alguns casos.

A cirurgia de catarata é coberta pelo plano de saúde?

Planos de saúde geralmente cobrem parte da cirurgia de catarata com lente monofocal. A cobertura de lentes premium varia conforme o contrato. Muitos convênios permitem reembolso parcial da cirurgia e da lente. Essa informação deve ser verificada diretamente com a sua operadora.


Dr. Glauco Aquino
Oftalmologista especialista em Cirurgia Refrativa, Cirurgia de Catarata e Glaucoma Clínico e Cirúrgico Avançado. Fellowship e Residência Médica pela UNIFESP. Atende exclusivamente particular na Vila Mariana, São Paulo.
CRM-SP 216.478 | RQE 126.831

Dr. Glauco Aquino / CRM-SP 216.478 | RQE 126.831